POR QUE ESCOLHO TERMOS UM JARDIM?

Os direitos de imagem foram cedidos pelos próprios, que autorizaram a sua publicação na página do Movimento pelo Jardim do Caracol da Penha.

Este espaço está reservado para a manifestação pública das opiniões de moradores e amigos dos bairros das freguesias de Arroios e Penha de França...

MÁRIO ALVES

Engenheiro especialista na área da Mobilidade, Setembro 2016

Declarações de Mário Alves, destacado especialista em mobilidade e transportes e apoiante do projecto do Jardim do Caracol da Penha, que nos fala também da importância de uma intervenção estratégica, pensada em conjunto com os residentes, sobre o futuro do bairro.

RICARDO PAES MAMEDE

Economista, Agosto 2016

Se fizermos ali um espaço verde ele ficará para sempre, é um investimento que vale a pena fazer”.

Declarações de Ricardo Paes Mamede, Professor do Departamento de Economia Política do ISCTE, comentador televisivo, e um dos mais destacados economistas portugueses da sua geração.

O Ricardo é um apoiante, claro, do Jardim do Caracol da Penha.

PEDRO LÉRIAS

Biólogo, Julho 2016

"A temática da história agrícola da cidade podia ser muito bem retratada num projecto para ajardinar esta área".

Esta é a proposta de Pedro Lérias, que sublinha uma das singularidade deste Jardim: "no início do século XXI haver uma área com este tamanho, 8000 m2, que tem ainda um testemunho da história agrícola daquilo que era Lisboa antes de ser totalmente urbanizada".

E acrescenta que "esta zona serve de amenização de uma série de extremos ambientais", como a temperatura e as chuvas torrenciais (pela permeabilidade dos solos e pelo efeito retardador das árvores).

TIAGO MOTA SARAIVA

Arquitecto, Julho 2016

 

"No caso do Jardim do Caracol da Penha, estamos a falar de uma oportunidade... Uma oportunidade que, mais ano menos ano, há de ser um jardim. (...) Portanto, é necessário neste momento contrariar a iniciativa de desenhar um estacionamento, porque não é uma abordagem contemporânea, não faz parte de uma lógica de cidade sustentável nem de uma lógica de cidade virada para as pessoas (...)."

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